Wednesday, November 22, 2006

A Sociedade do Espectáculo, de Guy Debord

(edição de 1972)

capa

Nº2 da colecção Ensaio/Documentos
Tradução de Francisco Alves e Afonso Monteiro com acompanhamento e revisão pelo autor.

Na Contracapa

Guy Debord tem sido o director da revista “Internationale Situationiste”, órgão da secção francesa do movimento do mesmo nome de que foi um dos fundadores em 1957. Participou no “Lettrisme” e foi um dos fundadores da “Internationale Lettriste”. Realizador de vários filmes marginais, donde sobressai um surpreendente “Hurlemente en faveur de Sade”, apresentado em 1952, Guy Debord é uma das personalidades mais fascinantes do actual movimento revolucionário que teve destacada intervenção em maio de 68. Implicado nas actividades do movimento na Alemanha, em Inglaterra e Itália, fez-se por vezes, chamar Godi, ou Decayeux. Nasceu em paris em 1931.


Publicado em 1967, sob o título aparentemente pouco elucidativo, “A Sociedade do Espectáculo” oculta uma das grandes contestações revolucionárias. “Num mundo realmente às avessas, o verdadeiro é momento do falso”. E o espectáculo a suprema falsificação da vida. Eis o fulcro central dum livro que, ao mesmo tempo que analisa e critica o capitalismo moderno, tem a coragem de pôr em causa algumas soluções socialistas havidas como definitivas. Uma tese da “Internationale Situationniste”, assinada por Guy Debord, já traduzida em italiano e inglês e de grande influência em certos sectores mais radicais, europeus e norte-americanos
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